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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

GRITO DE ALERTA AO POVO BRASILEIRO: NOSSA DEMOCRACIA CORRE GRANDE PERIGO!

ARNALDO JABOR OgAAAIeM7f_fiwPUtGo8FE-qDu6uG6I_E44l90L7yCX_ulLukIJ3LI6nAt-5qqmj5WyRKc-eQ8K7snkrPgN3Rape5tQAm1T1UAquo48hE_B1XOXbnaCCtf_MHKQn 15serrafuzil
Jabor                          Pinóquio made in Brazil           Defensor  do PIG

Me chegam informações acerca de um artigo escrito pelo  brilhante jornalista MAURO CARRARA, que passo a transcrever, e que serve de alerta a todos os brasileiros que amam a democracia e que não desejam jamais um retrocesso político-institucional como o que está se esboçando  às vésperas das eleições presidenciais mais importantes dos ultimos 50 anos, em detrimento de todas as conquistas econômicas e sociais destes últimos 8 anos.

Não haveria nem a necessidade de se ater a esse alerta de Mauro Carrara, basta por exemplo,  ler nas entrelinhas o que a imprensa, ou mais precisamente, a TV Globo está escancarando de forma subliminar em suas REPORCAGENS  o caso “denunciado” pela revista VEJA e requentado também pela co-irmã Folha de São Paulo, envolvendo a Ministra da Casa Civil Erenice Guerra, na tentativa desesperada [pois o tempo urge] de atingir a candidatura até então bem sucedida de Dima Russeff à Presidencia da República, com ilações e acusações sem provas. 

Impressionante como  esses orgãos da imprensa produzem, com suas reporcagens, material “precioso” (que eu chamo de panfletos de luxo)  que são utilizados posteriormente pela campanha eleitoreira do candidato preferencial do PIG, José Serra/ PSDB, em seus programas eleitorais gratuitos na TV.

A Globo ao divulgar tais fatos, fica na retaguarda, informando sempre a FONTE: “segundo a VEJA, segundo a FOLHA…segundo a VEJA, segundo a FOLHA”,  procurando se eximir de possíveis responsabilidades pelas partes citadas que venham se sentir ofendidas. Essa é a impressão que fica para o bom observador.

É nítido o objetivo da GAFE (Globo-Abril-Folha-Estadão) ou, segundo o jornalista Paulo Henrique Amorim,  PIG – Partido da Imprensa Golpista: tentar barrar a qualquer custo a vitória do PT Dilma Russeff já no primeiro turno. Para tanto, utilizam-se também do pseudo-jornalista Arnaldo Jabor para fazer apologia ao anti-lulismo, anti-PT, diariamente no JG.

No Jornal da Globo(JG) de hoje (17/09/2010), por exemplo  foram cravados exatos 22 minutos com uma única pauta: Demissão da ministra Erenice Guerra e suas “consequencias”.  Ressalte-se que  a divulgação da pesquisa DATAFOLHA  favorecendo a candidata Dilma Russeff com 57% dos votos válidos, só fora divlgada – intencionalmente - no final daquele noticioso, ou seja, de 1 hora da madrugada - mais uma vez leu-se nas entrelinhas: “a essa hora a maioria dos telespectadores está dormindo”.

MAURO CARRARA

Nada está ganho. E, sem alarmismo, a democracia corre perigo. Sempre correu. Sempre correrá.
Setembro é um túnel. É um túnel de fogo. E a temperatura está próxima do ponto de ebulição.

Os partidos neofascistas e o consórcio terrorista Globo-Abril-Folha-Estadão (GAFE) seguem a operação de sabotagem informativa, cometendo crimes que são solenemente ignorados por policiais, promotores e juízes.

E se o objetivo é proteger o Brasil, o Estado de Direito e o processo de crescimento acelerado com inclusão e desconcentração da riqueza, há quatro cidadelas a serem defendidas.

1) As igrejas, sobretudo as evangélicas pentecostais, tornaram-se centros de pregação do ódio e de disseminação da infâmia. Inúmeros bandidos de terno e gravata, autodenominados “pastores”, proferem diariamente sermões destinados a caluniar e difamar a candidata Dilma Rousseff. Chamam-na de filha do diabo, assassina de crianças, prostitua e assaltante.

2) A Internet passa agora a ser inundada por milhões e milhões de e-mails caluniosos. São distribuídos por mais de 650 funcionários contratados pelos partidos neofascistas, por membros dos grupos restauracionistas da Ditadura Militar (vide Ternuma) e por membros de grupos neonazistas, como a Tribuna Nacional, de Ingo Schmidt.

3) Os “formigas” do “porta-em-porta”. Os partidos neofascistas pretendem mobilizar até 10 mil pessoas para visitar estabelecimentos comerciais (como bares e padarias) e residências. O objetivo é espalhar o terror acerca de Dilma Rousseff. A Zona Norte da capital paulista, em bairros como Tucuruvi e Parada Inglesa, já vem sofrendo com esses “arrastões” há mais de uma semana. Depois de se apresentar, o agente tucano pergunta à dona de casa: “a senhora sabia que a Dilma foi assaltante de bancos e matou pessoas indefesas?”

4) A grande mídia deve lançar outros inúmeros factoides até o dia 3. Um deles tende a lançar a teoria de que Dilma matou a esposa de outro membro da resistência à Ditadura Militar. Esse assunto vem sendo discutido diariamente nas redações. Ideia defendida por Roberto Gazzi, do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), tem o aval de Eurípedes Alcântara, um dos chefes do Instituto Millenium.
As cidadelas da fé, da virtualidade, do domicílio e da máquina informativa precisam, portanto, se transformar em campo aberto de combate nestes próximos dias.

Toda energia será necessária para barrar o último ataque bárbaro. E ele virá em forma de avalanche.

A partir de agora, os defensores da Democracia devem estar alertas. Devem dormir menos. Devem usar todo o tempo livre para combater nos fronts virtuais, disseminando a verdade e rechaçando com vigor o avanço neofascista.
Faça de seu teclado uma metralhadora, mas não para provocar a morte; e sim para defender a justiça, o direito e a vida.

A hora é agora; quem sabe a faz, não espera acontecer.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O COLAPSO POLITICO DO PROJETO DO PSDB NO BRASIL

RINDO DO POVO serra18

Sem programa, sem agenda e sem candidato com cara definida, o PSDB arrasta-se pela campanha à espera de um milagre e com um objetivo central: não perder o controle de São Paulo, onde sua blindagem também começa a fazer água.

O crescimento do candidato do PT, Aloisio Mercadante, já detectado por pesquisas, acendeu a luz vermelha no quartel general tucano. Mudando de identidade e de estratégia a cada semana, a campanha de Serra dá sinais de desespero e tenta se agarrar em velhas denúncias requentadas. Desorientação tucana é expressão do colapso da agenda política do PSDB para o país.

Os noves fora de José Serra

Secundado pela mídia que sempre o apoiou, e hoje se declara “independente”, Serra não tem escrúpulos em conspurcar, macular a credibilidade do jogo político às vésperas de uma eleição presidencial. Em queda livre, o candidato e seus aliados ensaiam uma quartelada midiática.

A maneira distinta como os âncoras dos telejornais da Globo, por exemplo, tratam um e outro candidato (Dilma e Serra) em entrevistas, demostra a falta de imparcialidade da emissora da familia Marinho, numa flagrante demonstração escancarada de que a emissora está atrelada nessa campanha presidencial ao candidato tucano, fazendo-nos relembrar da campanha de 1989, quando a Globo manipulou noticiários de modo a influenciar o resultado favorável das eleição ao seu candidato Collor de Mello.

Não se trata de incompetência pessoal, nem de um problema de imagem, se trata do colapso final de um projeto político-ideológico eclético e anódino que acabou de maneira inglória: o projeto do neoliberalismo social-democrata. Que repouse em paz

Campanha sem identidade
Essa é a chave para compreender a desorientação da campanha de Serra, que muda de cara todas as semanas. Já tivemos o Serra bonzinho, o malvado, o seguidor de Lula, o destruidor do Mercosul.

A cada pesquisa e a cada ampliação da vantagem de Dilma muda a estratégia da campanha tucana. A mais recente é tentar ressuscitar o caso fraudulento de um suposto dossiê que teria sido elaborado por pessoas ligadas ao PT. Nos últimos dias, a denúncia foi requentada e voltou para as páginas dos jornais e para o programa de Serra. No contexto atual, é um tiro no pé, visto que evidencia o clima de desespero que vai tomando conta do PSDB.

Desespero acentuado pela situação do partido em nível nacional, onde seus candidatos escondem Serra de suas propagandas na TV, no rádio e mesmo em panfletos. Um dos casos mais patéticos ocorre no Rio Grande do Sul, onde a governadora tucana Yeda Crusius omite o nome de Serra de suas falas no rádio e na TV.

Serra, por sua vez, não faz questão de aparecer ao lado de Yeda, que ostenta mais de 50% de rejeição do eleitorado nas pesquisas que vêm sendo divulgadas.

A queda de Serra, para além dos problemas que sua candidatura enfrenta na campanha eleitoral, expressa o declínio da agenda política do PSDB no Brasil.

O fato de Serra esconder o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e utilizar a figura do presidente Lula em seu programa é a confissão de derrota de um programa. Uma derrota que não se limita ao caso brasileiro. O cientista político José Luís Fiori associa esse declínio ao fracasso da agenda da chamada Terceira Via em todo o mundo.

transcrição Carta Maior by Luiz Valdi

sábado, 28 de agosto de 2010

PAULISTA É PÁSSARO BISNAU

Por que os tucanos ainda são fortes em São Paulo?

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Aqui vai mais uma consulta para nossos leitores e leitoras: por que, na contramão da maré nacional, os tucanos ainda são fortes em São Paulo? Comentem à vontade.

A história da política em São Paulo foi desastrosa, levando seus preconceitos contra os oprimidos e estes foram levados a acreditar naquelas frases idiotas "locomotiva do Brasil", "o estado mais rico", slogans vazios que tentam esconder a tremenda injustiça social que grassa naquele Estado da federação, não obstante viadutos e pontes e outras obras faraônicas, estradas deslumbrantes, que os politicos  demotucanos sempre priorizaram, em detrimento do SOCIAL, só para manterem-se “vivos” esses slogans idiotizantes, que lhes asseguram essa  “força” política.

Observem a arrogância da classe média paulistana em seus comentários raivosos contra Lula e o PT que influenciam os domésticos e outros trabalhadores. Ao procurar emprego, é preciso tomar cuidado nas entrevistas, pois a primeira demonstração de uma tendência esquerdista, o candidato é simplesmente eliminado do processo seletivo.

Espero que os paulistanos/paulistas mudem suas idéias pois o Brasil não é mais o mesmo depois de Lula e Dilma e só os tucanos não querem reconhecer. Usar o sucesso do governo na campanha do Serra é puro oportunismo.

UMA PEQUENA PINCELADA NA HISTÓRIA RECENTE DAS ELEIÇÕES EM SÃO PAULO:

O governo Pitta foi o do "rouba, mas faz" em sua forma mais cruel, porque roubou e não fez nada de bom. Ao término desse governo, parecia ser o fim do malufismo. E foi assim que Marta Suplici (PT) se elegeu, no segundo turno, em 2000, parecendo ter eliminado o representante da desgraça paulistana.

Porém ideologicamente o malufismo não acabou, apenas se transformou em antipetismo.

E a vitória do PT paradoxalmente serviu aos interesses da própria direita conservadora, porque conseguiu agrupá-la, para consumar seu triunfo em 2004, com a eleição dos demotucanos Serra/Kassab, derrotando o PT e entregando, para a alegria da mídia corporativa, a administração paulistana na mão do DEM.
Assim a ideologia antipetista se consolidou na Capital paulista.

ENTENDA “O VOTO EXÓTICO’!
Identifico, agora, o chamado 'voto exótico'! Com todo o respeito a muitos dos eleitores da Marina Silva. No entanto, determinados(as) eleitores(as) da ecocapitalista - segundo o ínclito brasileiro Plínio de Arruda Sampaio - manifestam a tentativa de expressar um certo, digamos, arejamento intelectual/ideológico. Esta conclusão decorreu de um fato concreto: uma formanda em medicina - "que não disponibiliza um segundo sequer da vida para pensar nas questões políticas" - afirmou "que está em dúvida, se vota na ECOCAPITALISTA  Marina Silva ou se vota em Dilma Russeff!"

Dentro do possível, respeitosamente, respondi: "Bom proveito no voto no (S)erra!" [Mesmo porque a natureza deste voto em Dilma/Lula não nos interessa!]
... 'Voto de cabresto'; 'voto de curral'; 'o voto do ódio' [o voto dos 4% da população que rejeitam o exitoso, auspicioso e memorável governo Lula]; 'o voto do umbigo';...

Agora, temos o 'voto exótico', o voto daqueles(as) que continuam preconceituosos contra si mesmos! É o voto do paulista, ou mais precisamente, do paulistano.

CONCLUSÃO:

No livro "Chalaça" , de José Roberto Torero, há uma passagem em que um amigo do personagem-título, durante um desafio, canta assim:

"Paulista é pássaro-bisnau
Sem fé nem coração
É gente que se leva a pau
A sopapo ou pescoção"
Em boa medida, é assim que os tucanos tem levado os paulistas. Quando será que eles irão se libertar disso?

BY LUIZ VALDI

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

JOSÉ SERRA ESTÁ “CANSADO”, DIZ PRESIDENTE DO PSDB

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse ontem (24) em Porto Alegre que o tucano José Serra está com a "cabeça cansada" para responder às reclamações sobre o tratamento dispensado pelo presidenciável à governadora Yeda Crusius (PSDB-RS). [que estaria “estragando” a candidatura dele no Rio G.do Sul]

O “SUL MARAVILHA” ESTÁ AFUNDANDO !! SERRA32

Na semana passada, Serra esteve na capital gaúcha para um ato suprapartidário e pediu votos para aliados. Só mencionou a correligionária depois que tucanos gaúchos gritaram o nome da governadora. OBS: Ele quer livrar-se dessa “carga” pesada que é a Governadora, quase cassada por corrupção, bem recentemente, sendo salva pelo “gongo” graças à maioria que detém na Assembléia Legislativa do Rio G. do Sul.

"O candidato está com a cabeça muito cansada. Às vezes ele esquece. Dia desses ele esqueceu meu nome e não fiquei aborrecido com isso", afirmou Guerra, que coordena a campanha de Serra.

Fortaleza tucana até julho na disputa pela Presidência, quando Serra batia Dilma Rousseff (PT) por 13 pontos de diferença, o Sul é hoje um território de disputa acirrada e os dois candidatos estão tecnicamente empatados --40% para o tucano contra 38% da petista, segundo o Datafolha.

Terra do maior anti-petista tucano, Senador Alvaro Dias e de Jorge Bornhausen, ex presidente do PFL(DEM), a região SUL, ultimo reduto onde Serra poderia ganhar, já era! Todos os institutos de pesquisas apontam na direção de crescimento ainda maior de Dilma Russeff

1. COMPLEMENTANDO: SERRA ESTÁ CANSADO DE SER CANSADO:

Cansado de enrolar as pessoas;

Cansado de ser traído pelos colegas de partido;

Cansado de ouvir que vai perder as eleições;

Cansado de assumir os cargos a que foi eleito e não terminar os mandatos;

Cansado de discriminar as pessoas humildes;

Cansado de esconder o FHC e a Governadora do Rio G. do Sul, que são de seu partido;;

Cansado de um vice que lhe foi imposto e das burradas que fala, e por isso mesmo está prejudicando sua candidatura;

Cansado de dizer que fez o que não fez, mentindo descaradamente;

Cansado de dar tiro no próprio pé, ao tentar desqualificar a candidata Dilma Russeff do PT;

Cansado de mandar fabricar “dossiers” e plantá-los no colo de adversários petistas, inclusive adversários de dentro de seu próprio partido SERRA15(como teria sido o caso do dossier anti-AÉCIO NEVES, contando sobre “certo VÍCIO” que o ex-Governador mineiro teria, chantageando-o para que ele desistisse de se candidatar a Presidencia da República)

E por aí vai...

Não é só a cabeça do Serra que está cansada. Na verdade tudo nele já cansou e faz tempo!

Talvez ele esteja muito estressado porque como levou a vida toda se deliciando com as belezas das praias chilenas e agora tendo que dar duro para convencer a todos de que ele não é o grande mentiroso que todos dizem, ele despenteia-se em desespero!

Ele imaginava que o seu vice tonto, o Índio, iria distrair a todos com suas pedradas e mentiras, mas, o tonto tudo que produziu foi a repulsa de todos a elas! (quem não se lembra do índio TONTO do Zorro ? )

Se essa canseira persistir, é até admissível que Serra venha a desistir da disputa se Marina Silva começar a roubar-lhe seus vinte e poucos(%) eleitores.

by LUIZ VALDI

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

TSE ensina jornalismo a revista VEJA – Direito de Resposta

Esse é o título do texto escrito e enviado pelo consagrado jornalista Luis Nassif e que passo a transcrevê-lo na íntegra, a seguir. Antes porém, gostaria de interagir nesse contexto, acrescentando o seguinte:

É escandaloso, para não dizer imoral, como a revista VEJA  transformou-se numa verdadeira MÁQUINA DE ASSASSINAR REPUTAÇÕES, e/ou mais precisamente, num palanque vitupério contra a candidatura Dilma Russeff, onde tenta semanal e sistematicamente, assassinar, a qualquer custo, a reputação ilibada da ex-ministra, como fez há bem pouco tempo com o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, o qual foi inocentado pelo STF pelas acusações falsas e não comprovadas feitas pela revista VEJA, que, inclusive, serviram de PROVAS, que foram anexadas aos autos do processo movido contra ele pelos seus algozes, como se  tais acusações falsas e infundadas fossem PROVAS IRREFUTÁVEIS, e que foram rejeitadas PEREMPTÒRIAMENTE e por unanimidade pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal, resultando assim na inocência do ex-Ministro Palocci.

Mesmo assim, e , por saber que a maioria da população desconhece da inocência dele, a revista Veja ainda se refere ao ex-Ministro Antonio Palocci como se ele fora um bandido, e por um motivo simples : esse homem inteligente está assessorando a campanha eleitoral da Presidenciável Dilma Russeff. Tanto é que outro dia eu li  uma nota em uma coluna da Veja: “…ATÉ o ex-Ministro Palocci faz parte da Assessoria da campanha de Dilma Russeff”. Ora, para o bom entendedor, esse “ATÉ” por sí só diz tudo.

E é pela falta de credibilidade cada vez maior de seus leitores, que a maioria de seus assinantes estão cancelando suas assinaturas.

E para suprir esse enorme  prejuizo a Editora Abril, proprietária do semanário, está a oferecer assinaturas gratuitas por um longo periodo, e o motivo é óbvio: a revista serve de PANFLETO DE LUXO DA CAMPANHA SERRA PRESIDENTE.

Luiz Valdi.

A SEGUIR A MATÉRIA ESCRITA POR LUIS NASSIF:

Enviado por luisnassif, dom, 08/08/2010 - 17:02

Foi necessário a Justiça Eleitoral atender a um pedido do maior partido político brasileiro, para o estado de direito e o jornalismo começarem a ganhar algum espaço na Veja.

Ao longo dos últimos anos, a revista praticou toda sorte de abusos, de acusações falsas ou não comprovadas, assassinou e fabricou reputações, de acordo com suas conveniências de ordem comercial e/ou política.

Há muito tempo deveria ter sido enquadrada. Não para impedir o exercício da liberdade de imprensa, mas para impor um mínimo de responsabilidade à máquina de assassinar reputações em que ela se converteu.

A facilidade de mentir, acusar, achincalhar, adquiriu níveis epidêmicos na revista. Especialmente devido à blindagem da Primeira Instância na Vara de Pinheiros, atrasando por anos a condenação da revista, impedindo o direito de resposta imediato - a rapidez do direito de resposta é diretamente proporcional à sua eficácia.

Agora, condenada a publicar o Direito de Resposta do PT, confira-se a matéria da revista sobre os fundos de pensão: é evidente que os advogados passaram a ler as matérias, antes de sair, para evitar mais condenações.

Duas edições antes, a revista afirmava peremptoriamente que havia um grupo de inteligência da campanha de Dilma montando dossiês contra adversários. Esse grupo teria sido o responsável pelo suposto vazamento da declaração de Eduardo Jorge.

Nesta semana, depois da decisão do TSE, a matéria não  fala mais em dossiês preparados pela campanha de Dilma, mas em "grupo do partido ligado à campanha de Dilma", suficientemente vago para impedir uma nova ação.

Mas adianta, diz que Eduardo Jorge "teve seu sigilo fiscal quebrado, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime". Eduardo Jorge "suspeita também que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi quebrado". Tudo no condicional, sem afirmações peremptórias, sem acusações gratuitas, antes de dispor de provas.

A publicação do direito de resposta do PT na Veja, pág. 80 (edição 2177, 11 de agosto de 2010):

sexta-feira, 30 de julho de 2010

QUANTO MAIS “BATEM” NA DILMA RUSSEFF , MAIS ELA CRESCE !!

10  FALSOS MOTIVOS para não votar na Dilma, que recebemos a toda hora por e-mail, redes sociais, etc.

Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos: “A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.

Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador.

Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)
DILMA NO TREM BALA

Foto: DILMA E LULA NO TREM BALA  NA ALEMANHA

Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas.

Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.

Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.

1. “Alternância no poder é bom”.

Falso.

O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição.

2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”.

Falso.

Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos.

As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo.

Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias.

O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável.

A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo.

José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM, da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Borhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara.

3. “Dilma não é simpática”.

Argumento precário e totalmente subjetivo.

Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante.

4. “Dilma não tem experiência”.

Argumento inconsistente.

Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo.

5. “Dilma foi terrorista”.

Argumento em parte falso, em parte distorcido.

Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. A luta dela foi para restabelecer a DEMOCRACIA que hoje, TODOS NÓS RESPIRAMOS NO BRASIL, graças à luta de patriotas como ela.

José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas.

A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.

6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano”.

Falso.

Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar.

O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los.

O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante.

7. “Serra vai moralizar a política”.

Argumento inconsistente.

Nos oito anos de governo tucano-pefelista – no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC – foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”.

Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país.

Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos.

O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra.

Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário.

8. “O PT apóia as FARC”.

Argumento falso.

É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita.

A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático?

9. “O PT censura a imprensa”.

Argumento falso.

Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa.

Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia.

10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.

Isso é verdade.

E mais um bom motivo para votar nela e não nele.

(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula. (como uma pequena amostra)

Geração de empregos:
FHC/Serra = 780 mil x Lula/Dilma = 13 milhões (14 A 15 ATÉ DEZEMBRO-2010)

Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares

Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 1 milhão e 900 mil x Lula/Dilma = 28 milhões

Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.800 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos

Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78

Reservas cambiais:
FHC/Serra = 185 bilhões de dólares negativos x Lula/Dilma = 239 bilhões de dólares positivos.

Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%

Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%

Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%

Operações da PF anti-corrupção:

FHC/Serra = 28 x LULA/Dilma 321 (até 2009)

Prisões - incluindo crimes do colarinho branco feitas pela PF:

FHC/Serra = 55 x LULA/Dilma 2.830

NOVAS UNIVERSIDADES FEDERAIS /  CEFETES

FHC/Serra – Nenhuma/Nenhuma . LULA/Dilma 12/ 214, RESPECTIVAMENTE.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

“Militante” Solitário

Politica:

Quem passar pela Avenida Dr. João medeiros – sentido centro/zona norte, em uma rua transversal , verá afixado entre 02 postes na entrada da rua, há uns 150 metros da FAL , um enorme banner de tecido, com a inscrição, possivelmente editada por um militante solitário (não seria um principiante de marketeiro??),onde se lê: “TROQUE 02 SENADORES ‘USADOS’ POR 02 NOVOS =VAMOS APOSENTAR OS DOIS SENADORES ‘CANSADOS’, BASTA VOTAR 400 E 131, PARA RENOVAR A BANCADA DO RN NO SENADO”

Pelo menos até sexta feita próxima passada pela manhã a faixa estava lá.

Esse solitário “militante” talvez nem saiba o que é marketing politico, mas mandou bem em seu “recado”. Se a onda pega…vai ter muito marketeiro “aposentado” (rs rs rs)

Aproveitando o ensejo, reporto-me a um post na comunidade (Orkut) RN Politica, sobre as vaias recebidas pelo Senador e candidato a reeleição, Garibaldi Alves Filho(PMDB-RN), por ocasião do comicio da Presidenciável do PT, Dilma Russeff, no bairro do Alecrim, na tarde de ontem, que contou com a presença de candidatos do PT, PSB, PMDB e PDT, além de outros partidos da coligação Vitória do Povo, cujos militantes alí presentes, vaiaram o Senador Peemedebista, talvez pelo fato dele estar apoiando a candidata a Governadora Rosalba Ciarlini do DEM, partido de oposição ao Governo Lula e à candidata do PT. Coisas da democracia.

by luiz valdi